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16.8.2024

Magazine Luiza registra 3º trimestre consecutivo de lucro com destaque nas lojas físicas

No segundo trimestre de 2024, o Magazine Luiza consolidou sua trajetória de recuperação, alcançando seu terceiro trimestre consecutivo de lucro. A empresa registrou R$ 24 milhões na última linha do balanço e, considerando apenas o resultado recorrente, o lucro foi de R$ 37 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 198,8 milhões em comparação ao ano anterior.

Desempenho financeiro e operacional em destaque

O desempenho positivo foi impulsionado por um crescimento de 62% no Ebitda, que atingiu R$ 711 milhões, superando as expectativas dos analistas e resultando em uma margem de 7,9%. A geração de caixa operacional nos últimos 12 meses foi destaque, totalizando R$ 2,2 bilhões, impulsionada pela evolução no capital de giro e pela adequação dos estoques. Roberto Belissimo, CFO da empresa, destacou que o fluxo de caixa das operações foi recorde, permitindo a quitação das dívidas de curto prazo e a manutenção de uma posição de caixa elevada.

As vendas totais somaram R$ 15 bilhões, um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a receita líquida chegou a R$ 9 bilhões, um crescimento de 5%. A margem bruta da empresa também subiu, alcançando 30,9%, um aumento de 2,1 pontos percentuais, impulsionado principalmente pelo desempenho do canal online e pelo repasse integral do Difal. Negócios do grupo, como Netshoes, Kabum e Época, também contribuíram para esse resultado positivo.

Magazine Luiza registra 3º trimestre consecutivo de lucro com destaque nas lojas físicas

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16.8.2024
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7 minutos

No segundo trimestre de 2024, o Magazine Luiza consolidou sua trajetória de recuperação, alcançando seu terceiro trimestre consecutivo de lucro. A empresa registrou R$ 24 milhões na última linha do balanço e, considerando apenas o resultado recorrente, o lucro foi de R$ 37 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 198,8 milhões em comparação ao ano anterior.

Desempenho financeiro e operacional em destaque

O desempenho positivo foi impulsionado por um crescimento de 62% no Ebitda, que atingiu R$ 711 milhões, superando as expectativas dos analistas e resultando em uma margem de 7,9%. A geração de caixa operacional nos últimos 12 meses foi destaque, totalizando R$ 2,2 bilhões, impulsionada pela evolução no capital de giro e pela adequação dos estoques. Roberto Belissimo, CFO da empresa, destacou que o fluxo de caixa das operações foi recorde, permitindo a quitação das dívidas de curto prazo e a manutenção de uma posição de caixa elevada.

As vendas totais somaram R$ 15 bilhões, um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a receita líquida chegou a R$ 9 bilhões, um crescimento de 5%. A margem bruta da empresa também subiu, alcançando 30,9%, um aumento de 2,1 pontos percentuais, impulsionado principalmente pelo desempenho do canal online e pelo repasse integral do Difal. Negócios do grupo, como Netshoes, Kabum e Época, também contribuíram para esse resultado positivo.

O segmento de lojas físicas teve um desempenho notável, com um crescimento de 16% nas vendas, o maior desde a pandemia. Esse crescimento foi impulsionado por um ganho de market share em novas regiões, como Rio de Janeiro e Brasília, e pela racionalidade do ambiente concorrencial. Belissimo ressaltou que a estratégia competitiva da empresa, aliada à recuperação gradual da categoria e à queda das taxas de juros, foi crucial para esse desempenho.

No e-commerce, que continua sendo o principal canal de vendas do Magalu, o marketplace se destacou, representando 40% das vendas. O crescimento do 3P foi outro fator importante, aumentando a participação da receita de serviços, que cresceu 11,2%. A parceria com a AliExpress, que começará no terceiro trimestre, deve acelerar ainda mais as vendas no 1P e expandir o sortimento no 3P.

O braço financeiro da empresa, Luizacred, também mostrou uma recuperação significativa, revertendo um prejuízo de R$ 66 milhões para um lucro de R$ 70 milhões, impulsionado pela melhora nos indicadores de inadimplência da base de cartões, que gerou um faturamento de R$ 14 bilhões. O MagaluBank, por sua vez, atingiu R$ 23,4 bilhões em volume total de pagamentos. Com a recuperação da rentabilidade, a expectativa é que a Luizacred expanda sua carteira de crédito ao consumidor, o que deve impulsionar as vendas, especialmente com o lançamento de uma nova linha de crédito para clientes virtuais no e-commerce.

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